Remédios: Quais são os sintomas das varizes pélvicas / Síndrome de Congestão Pélvica?

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Um problema pouco conhecido, mas com muitos casos entre as mulheres é o de varizes no útero ou varizes pélvicas como também são conhecidas.

As varizes no útero infelizmente não tem cura, mas possuem diversos tratamentos que auxiliarão no controle dos sintomas. *Publicado em 16/08/2016 O surgimento de varizes no útero (ou varizes pélvicas) acontece devido à dilatação e alongamento das veias na região da pelve¹. Apesar de também afetarem homens, as varizes pélvicas nas mulheres são mais difíceis de identificar, uma vez que seus sintomas são bastante parecidos com os da endometriose¹. Entenda mais sobre as causas e sintomas das varizes no útero. A incidência de varizes pélvicas aumenta conforme a idade avança e também podem aparecer com maior intensidade durante a gravidez, regredindo após o parto¹. Em alguns casos, as varizes podem não apresentar sintomas; mas quando apresentam, lembram bastante a endometriose – o que pode confundir as mulheres e dificultar o diagnóstico. O ecodopler colorido, apesar de ser um exame minimamente invasivo, auxilia no diagnóstico das varizes pélvicas, mostrando veias dilatadas na região dos ovários, do útero e do colo do útero¹. Ao primeiro sinal de dor pélvica crônica persistente, associada a outros sintomas, procure um médico especializado para descartar a possibilidade de varizes no útero. Juliana Puggina Cirurgia Vascular e Endovascular CRM-SP 134.963 As varizes, apesar de serem mais comuns nas pernas, também podem acometer as veias da região pélvica.

Como Detectar e o que Causa as Varizes no Útero?

  • Remédios analgésicos e remédios para varizes prescritos pelo angiologista ou cirurgião vascular.
  • Cirurgia
  • Técnica de embolização

Síndrome da Congestão Pélvica: entenda o que é isso As varizes pélvicas são veias dilatadas ao redor dos órgãos da pelve, como útero e ovários.

O refluxo nas veias da região pélvica podem, inclusive, ser causa de reaparecimento de varizes nas pernas daquelas mulheres que já realizaram cirurgia para varizes. Sendo assim, as varizes pélvicas devem sempre ser investigadas na recidiva da doença varicosa, porque podem ser a causa de seu reaparecimento em até 17% dos casos. Além dessas duas síndromes, a obstrução das veias ilíacas e veia cava inferior por um quadro de trombose venosa profunda também podem levar ao aparecimento de varizes pélvicas. Tratamento das varizes pélvicas Quando é feito o diagnóstico desse problema, precisamos identificar a causa das varizes para indicar o melhor tratamento. Mulheres que usam pílula têm maior risco de câncer de mama e de colo de útero? Toda mulher pode tomar pílula apenas se não tiver contraindicação, por isso é necessário um médico para avaliar. Os miomas uterinos são tumores benignos formados no tecido muscular que forma o útero, e apesar de nem sempre causarem sintomas, podem provocar dor pélvica, sangramentos ou dificuldade para engravidar. Na cirurgia para varizes pélvicas, o médico faz um “nó” nas veias afetadas, fazendo com que o sangue circule apenas nas veias que estão saudáveis. Nos casos em que esta cirurgia ou a embolização não são eficazes, pode ser necessário fazer uma cirurgia para remoção das varizes, ou retirada do útero ou ovários.

Quais são os sintomas das varizes pélvicas / Síndrome de Congestão Pélvica?

  • Não faz mal se esquecer de tomar a pílula na hora correta, contanto que ainda se tome no mesmo dia? Mito.

Durante o tratamento para varizes pélvicas, o paciente deve ter alguns cuidados como: Estes cuidados ajudam na compressão das veias e no retorno do sangue para o coração.

Um dos temas mais abordados durante o RSNA 2010 foi o aprimoramento da técnica e dos resultados no tratamento das varizes pélvicas através da embolização. As varizes pélvicas são causadas pela dilatação das veias que drenam o sangue dos órgãos pélvicos (útero e ovários). A infertilidade e a gravidez ectópica, em que o feto cresce fora do útero, são complicações que podem ocorrer em algumas mulheres que sofrem com doença inflamatória crônica. A doença inflamatória pélvica é um termo geral que refere-se a infecção do útero, tubos de falópio, e outros órgãos do sistema reprodutivo feminino. Doença inflamatória pélvica pode danificar os tubos de falópio e tecidos próximos ao útero e ovários. Dentre as conseqüências graves da doença inflamatória pélvica estão infertilidade, gravidez ectópica (fora do útero), formação de abscesso e dor pélvica crônica. Cicatrização de tecido nos tubos de falópio ou outras estruturas pélvicas também pode causar dor pélvica crônica, que dura meses ou até Ele geralmente ocorre nos primeiros ciclos de uso da pílula pela fragilidade da parede do útero, que costuma tornar-se atrofiado pelo uso do anticoncepcional. Uma causa comum de sangramento de escape nas mulheres em uso da pílula é o uso errado do anticoncepcional, principalmente quando a paciente se esquece de tomar o medicamento diariamente.

Varizes no colo do útero ou ovário pode causar dores abdominais crônicas

  • A pílula diminui a libido da mulher? Depende.

Outro tipo de amenorreia que pode ocorrer é a chamada amenorreia pós-pílula, que é aquela que surge quando a mulher resolve parar de tomar a pílula anticoncepcional.

Por exemplo, os cânceres de cólon, reto, ovário e útero (câncer de endométrio) parecem ser menos comuns em mulheres que usam pílula anticoncepcional. Nesses casos deve-se tomar cuidado principalmente, com quem tem predisposição ao risco de trombose, também agravado pela pílula. As varizes pélvicas e a síndrome de congestão pélvica são alterações vasculares presentes no sistema reprodutor feminino. Em relação às afecções envolvendo útero, nos casos de estenose cervical e hematometra, a dilatação cervical com velas de Hegar pode ser indicada. Caso a pílula seja tomada apenas para controle da gravidez, um método alternativo, desde que se enquadre no estilo de vida da mulher em questão, é mais indicado. Essa formação de tecido ectópico normalmente ocorre na região pélvica, fora do útero, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e no peritônio, delicada membrana que reveste a pélvis. O efeito anticoncepcional e terapêutico de Mirena baseia-se em sua ação local dentro do útero: Mirena inibe o crescimento do endométrio (camada de revestimento interno do útero) tornando-o desfavorável à gravidez e resultando em sangramento menstrual mais curto e menos intenso. Mirena está indicado ás mulheres que necessitem de contracepção eficaz, ou que tenham menorragia (fluxo menstrual intenso) idiopática e na prevenção da hiperplasia endometrial durante a terapia de reposição estrogênica.

O DIU pode ser causa de sérias complicações: hemorragias genitais, infecções pélvicas, perfurações do útero, gravidezes ectópicas; tudo isso pode ocasionar a esterilidade.

Vale ressaltar, que quando não tratada, a síndrome da congestão pélvica pode provocar varizes nas veias da vulva e hemorroidas, que são mais difíceis de tratar. As varizes pélvicas são veias dilatadas que surgem principalmente no útero, trompas ou ovários, na mulher, e nos testículos no homem, que se chama varicocele. O ginecologista faz o diagnóstico e tratamento das varizes pélvicas nas mulheres, e o urologista nos homens, através de exames, como eco-doppler, tomografia abdominal ou pélvica e angiorressonância. As varizes pélvicas não têm cura, mas os sintomas podem ser controlados através de cirurgia e remédios. Quem tem varizes pélvicas pode engravidar, mas deve fazer o tratamento antes. As varizes pélvicas na gravidez podem ser frequentes devido ao aumento do volume de sangue na grávida e ao efeito relaxante dos hormônios durante a gestação. Quando as varizes pélvicas surgem na gestação, não impedem o parto normal e tendem a diminuir após a gravidez. Por causa da proximidade do sistema urinário com o útero e a vagina, muitas vezes é difícil diagnosticar a causa da dor pélvica. Ao menor sinal de infecção do trato genital, sangramento intenso (hemorragia) e dores insuportáveis, deve procurar o médico que realizou a inserção, pois o útero pode estar expelindo o dispositivo.